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Aécio defende discurso afinado entre União e Estados

O governador mineiro Aécio Neves (PSDB) considera natural que o Congresso eventualmente modifique o projeto de reforma da Previdência, mas entende que o fundamental neste instante é que o governo federal e os governadores de Estado estejam afinados em relação ao seu conteúdo. Para ele, é indispensável que se restabeleça a confiança entre as partes que elaboraram conjuntamente o projeto. "Nós temos que estar lá (no Congresso) defendendo esta proposta. Ninguém pode impor nada ao Congresso, é um poder absolutamente soberano. Mas seria um desserviço ao País se num determinado momento o governo federal, através de sua base, começasse a defender uma determinada proposta e os governadores, cada um, as suas. Isso poderia nos levar a lugar algum", disse o governador tucano, em entrevista ao Jornal das Dez, da Globo News.Reordenar o discursoPara Aécio Neves, a reunião de hoje em Brasília da comissão de governadores com os ministros da Casa Civil, José Dirceu, e da Previdência, Ricardo Berzoini, será a oportunidade para reordenar o discurso. "Nós aceitamos esse convite e a proposta que chegou ao Congresso não é a ideal para nenhum de nós, mas foi o consenso possível. A questão é que, num determinado momento, parte dos signatários dessa proposta, no caso o governo federal, faça compromissos sem que os outros signatários deles participem. Nós, governadores, não estamos nos negando a discutir, até mesmo alterações na nossa proposta, mas a discussão tem que ser conjunta." Segundo o governador mineiro, que passou o fim de semana discutindo com seus colegas a questão da Previdência, ficou claro que para todos eles o que vale é a proposta apresentada pelo ministro Berzoini, "formatada pelos governadores, enviada ao Congresso e avalizada pelo presidente da República." E indagou: "O governo federal tem alguma proposta de evolução ou de modificação naquela proposta? Que nos apresente, e nós vamos analisá-la com os números. É preciso que cada uma das propostas que venha e que signifique perda de economia para os Estados ou distanciamento do equilíbrio atuarial sejam acompanhadas de algum tipo de compensação.?

Agencia Estado,

15 de julho de 2003 | 07h28

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