Advogados não se manifestam sobre reunião

Pessoas próximas ao diretor afastado da Agência Nacional de Águas (ANA) Paulo Vieira salientam que, em 2008, ele era ouvidor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e que "é natural" que se reunisse com um analista do Tribunal de Contas da União (TCU) no gabinete institucional da Presidência em São Paulo.

BRUNO BOGHOSSIAN E FAUSTO MACEDO, Agência Estado

06 de dezembro de 2012 | 08h57

O advogado de Vieira, o criminalista Pierpaolo Bottini, preferiu não se manifestar sobre o caso. Quando a Operação Porto Seguro foi deflagrada, Pierpaolo foi taxativo. "Paulo Vieira não é chefe de quadrilha, nunca foi chefe de quadrilha e isso ficará provado", afirmou, à época.

Cyonil Borges não quis se manifestar sobre a denúncia que fez à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal em 2008. Ele também não desmentiu as informações que relatou no documento. O advogado Rodrigo Felberg, que representa o delator do esquema, não comentou o caso até o fechamento desta edição.

O criminalista Celso Vilardi, que defende Rosemary Noronha, não se pronunciou porque o relato de Cyonil não cita sua cliente como tendo participado do encontro com Paulo. Vilardi está estudando os primeiros passos da defesa da ex-chefe de gabinete da Presidência da República.

O Estado pediu informações ao Palácio do Planalto sobre as reuniões realizadas no gabinete da Presidência em São Paulo e sobre a presença de Paulo Vieira no escritório, mas não houve resposta até a conclusão desta edição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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