Advogado reclama de penas aplicadas a Pizzolato pelo Supremo

Defesa acredita que 'as penas não correspondem ao conteúdo do processo, não são equilibradas com as provas'

Fábio Grellet, de O Estado de S. Paulo

21 de novembro de 2012 | 20h13

RIO DE JANEIRO - O advogado Marthius Sávio Cavalcante Lobato, que defende o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato, reclamou das penas a que seu cliente foi condenado nesta quarta-feira, 21, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). São 12 anos e sete meses de prisão, por corrupção ativa (três anos e nove meses), peculato (cinco anos e dez meses) e lavagem de dinheiro (três anos).

"Em comparação com outros condenados, as penas dele foram exageradas. Houve réu que movimentou muito mais dinheiro e recebeu pena menor por corrupção ativa, por exemplo", afirmou. "As penas não correspondem ao conteúdo do processo, não são equilibradas com as provas. Deveriam ser melhor dosadas."

O advogado diz que vai analisar a possibilidade de tomar alguma medida para que a pena seja reformulada. "Por enquanto não defini o que fazer. Vou esperar a publicação do acórdão, mas considero que é preciso reformular as penas."

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