Acusado de calúnia, Zeca do PT presta depoimento nesta sexta

Em 2006, ele chamou dois promotores do MP de 'moleques'; à juíza, ele cita a 'liberdade de opinião'

João Naves, do Estadão

21 Setembro 2007 | 17h44

Acusado de calúnia e difamação contra dois procuradores da República, o ex-governador de Mato Grosso do Sul, José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT, disse nesta sexta-feira, 21,  que respeita a instituição Ministério Público, mas quer ter o direito de liberdade de opinião.   "Não quero ditadura nem de direita nem de esquerda", afirmou em depoimento tomado pela juíza federal substituta Raquel Domingues do Amaral Corniclion, da 5ª Vara.   No dia 1º. de abril do ano passado, Zeca comentou que os procuradores Charles da Mota e Ramiro Rockenback, ambos do Ministério Público em Dourados, no sul do Estado, eram "moleques".   A expressão surgiu como crítica ao trabalho dos promotores em relação a um grupo de índios caiovás que mataram, na ocasião, dois policiais civis na cidade.

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