ACM Junior defende salário mínimo "digno"

O senador Antonio Carlos Magalhães Junior (PFL-BA) está fazendo seu discurso de estréia na tribuna, no qual afirma que defenderá um salário mínimo digno e a adoção de um orçamento impositivo, seguindo a mesma linha de seu pai, Antônio Carlos Magalhães, que renunciou ao mandato. Ele chamou atenção para a situação do Senado, que considera "extremamente constrangedora" por conta do noticiário diário denunciando graves irregularidades "que envolvem, inclusive, a sua própria presidência", referindo-se ao presidente da Casa, senador Jader Barbalho. Antônio Carlos Junior pede uma solução eficaz para o problema. "É indispensável encontrar o caminho para uma solução rápida e eficaz", afirmou."Em 2002, o povo estará atento para fazer, nas urnas, a Justiça que muitas vezes não é feita por seus representantes e desfazer injustiças, também", ressaltou, afirmando que a posição dele é de que a ética e a moralidade têm que imperar no Poder Legislativo, "e em particular no nosso Senado". Antônio Carlos Junior elencou os problemas que ocorrem hoje no País, como o racionamento de energia, a seca e o desemprego. Para ele a crise está posta "e cabe a todos e ao governo federal, em especial, sair dela". "A conjuntura adversa reclama medidas de curto prazo, emergenciais. É imprescindível administrar o País com pulso firme, mas de forma democrática", defendeu.

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