ACM divulga notas à imprensa e ao PFL

A assessoria do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) distribuiu duas notas - uma para a imprensa e outra dirigida ao senador Jorge Bornhausen - onde ACM dá sua versão sobre o encontro ocorrido na segunda-feira com três procuradores da República, e responde às critícas que lhe foram dirigidas em nota oficial de Bornhausen. É a seguinte a íntegra da primeira nota, distribuída à imprensa: O senador Antônio Carlos Magalhães, que se encontra nos Estados Unidos, em viagem de descanso, informa que foi convidado pelo procurador Guilherme Schelb, através de seu asessor de imprensa, Fernando Cesar Mesquita, para uma conversa sobre medida provisória de fatos decorrentes do trabalho dos procuradores em apuração de atos ilícitos. Acertado o local, levando-se em conta que a representação do governo da Bahia fica situada no mesmo prédio da procuradoria da República, ou seja o edifício Ceplac, a doutora Eliana Peres Torelli, digna procuradora, pediu que o senador fosse a seu gabinete onde se encontraria com o doutor Guilherme Schelb, como de fato ocorreu. Em meio à conversa, entrou o procurador Luiz Francisco de Souza, que perguntou se ele poderia ficar no ambiente. O senador Antônio Carlos Magalhães disse-lhe que nada teria a opor e conversou com os procuradores Guilherme Schelb e Eliane Torelli, com algumas itervenções do procurador Luiz Francisco de Souza. Não se tratou de nenhum fato específico em relação ao governo Fernando Henrique Cardoso e sim sobre a MP que tirava o prestígio dos procuradores e também sobre a "lei da mordaça". Antes de o senador Antônio Carlos Magalhães deixar o recinto, os procuradores, principalmente o senhor Luiz Francisco de Souza, citaram meios para o senador coseguir provas sobre as denúncias contra o senador Jader Barbalho. Segundo ele, elas apareceriam com requerimentos diretos a determinados procuradores. Solicitava-se, inclusive, que fosse feita uma ação cautelar, o que não foi aceito pelo senador ACM. O mais são explorações próprias de quem tem medo de investigações, como o senador Jader Barbalho. Entretanto, agora, o senhor Everardo Maciel pode quebrar o sigilo bancário e fiscal de ambos para provar quem é o desonesto. Sobre todos estes fatos, o senador Antônio Carlos Magalhães tem o testemunho dos procuradores Guilherme Schel e Eliana Peres Torelli. Na nota dirigia da Bornhausen, ACM diz: O Dr. Jorge Bornhausen não sabe do que se tratou no encontro que tive com os Procudores da República Guilherme Schelb e Eliana Torelly. E está, evidentemente, influenciado por notícias falsas. Considero a Nota [do PFL] injusta e inaceitável, até porque faço restrições ao comportamento do Procurador-Geral da República, Geraldo Brindeiro.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.