Absolvido pelo TSE, Maluf é diplomado deputado na Assembleia Legislativa

Deputado federal eleito declarou, pouco logo ao chegar à Alesp, que sempre confiou na Justiça

Daiene Cardoso, da Agência Estado,

17 Dezembro 2010 | 10h38

BRASÍLIA - O deputado federal eleito Paulo Maluf (PP-SP), conseguiu a diplomação graças à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de ter lhe concedido o direito.

Pouco antes de chegar à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) para a cerimônia de diplomação, Maluf comentou a medida tomada pelo TSE, declarando que sempre confiou na Justiça e que pretende continuar trabalhando pelo Estado de São Paulo.

 

Veja também:

 

link Protógenes afirma que manifestações contra Maluf são alerta contra corrupção  

 

 

O deputado disse que pretende continuar trabalhando pelo Estado de São Paulo  Foto: Nilton Fukuda/AE

 

Maluf ressaltou que tem 43 anos de vida pública e que sempre lutou pela democracia e pela liberdade de imprensa. Maluf foi absolvido no caso Frangogate, pela 7ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), por 3 votos a 2. Com a decisão, a candidatura foi assegurada. Ele lembrou que o processo contra ele é de 1996 e insinuou que o Poder Judiciário foi moroso no julgamento da ação. "Eu deveria ter sido absolvido em 1997. Sou absolutamente inocente, como provado."

 

Reajuste

 

Questionado sobre o reajuste salarial dos parlamentares aprovado esta semana, Maluf classificou o aumento de "inoportuno". "Quando o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, diz que tem de fazer corte no Orçamento, eu acho que (o aumento) foi inoportuno", afirmou. O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), já chegou para a solenidade, mas não deu declarações. Também já estão na Alesp o vice-governador eleito Guilherme Afif Domingos (DEM), a senadora eleita Marta Suplicy (PT) e o deputado estadual mais votado no Estado, Bruno Covas (PSDB). Eles também não quiseram falar na chegada.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.