Abreu e Lima seria antecipada com PDVSA, diz Graça

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, disse nesta quarta-feira que, se o acordo com a venezuelana PDVSA tivesse sido bem sucedido, a conclusão da Refinaria de Abreu e Lima teria sido antecipada. "Temos certeza de que ainda vamos fazer bons negócios com a Venezuela e com a PDVSA", completou.

EDUARDO RODRIGUES E RICARDO BRITO, Agência Estado

11 Junho 2014 | 20h37

Questionada pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR) se a suspeita de superfaturamento no projeto foi uma das razões para o então presidente venezuelano Hugo Chávez ter desistido da parceria com a Petrobras, Graça reiterou que a companhia "tem estado" junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), que não teria encontrado indícios de superfaturamento em contratos e aditivos da Petrobras nesse projeto.

Ela ainda rebateu o senador com relação afirmações de que a Petrobras estaria "quebrando". "Estamos muito longe disso", reagiu. "Atrasamos unidades no Brasil e lá fora, mas estamos crescendo a produção de petróleo", completou.

A presidente da estatal rebateu também as críticas de que a companhia teria feito uma "conta de padeiro" durante o planejamento da Refinaria de Abreu e Lima. "Aceitamos que podemos ter errado, mas não fizemos contas de qualquer jeito, estamos trabalhando para acertar", disse a executiva. "Me nego a repetir que foi isso (conta de padeiro)", completou.

Mais conteúdo sobre:
CPMI PETROBRAS CONGRESSO Abreu e Lima

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.