A trajetória de Cesar Maia

Prefeito carioca não conseguiu que sua candidata chegasse a 4% em 2008 1992 - INICIANTEEleito prefeito do Rio, pelo PMDB, com 16% dos votos no primeiro turno e 51,88%% no segundo1993 - MIDIÁTICO Monta um secretariado majoritariamente técnicoDá ênfase à ordem urbana e ao combate à camelotagemOcupa espaço na mídia com os factóides, que define como fatos repletos de imagem. Chega a propor o prolongamento do horário de verão no Rio, pede sorvete em açougue e varre a pista do Sambódromo, durante o desfile das escolas de samba1996 - VIRADAO Rio é atingido por chuvas fortes, principalmente na Baixada de Jacarepaguá, o que gera críticas à atuação do prefeitoElege, já pelo PFL, seu sucessor Luiz Paulo Conde, até então um desconhecido, com 40,3% dos votos no 1º turno e 62,2% no 2ºA vitória se baseia em programas de obras de Maia, como o Favela-Bairro, de urbanização de favelas, e Rio-Cidade, de reforma urbanística1998 - TROPEÇOPerde a disputa pelo governo estadual para Anthony Garotinho, então no PDT2000 - RETORNONo PTB, derrota Conde e volta à Prefeitura do Rio, com 23,04% da votação no 1º turno e 51,06% no 2º2004 - AUGEReeleito, de novo no PFL, com 50,11% dos votos válidos, no primeiro turno2005 - RUÍDOLança o Blog do Cesar Maia, informativo com atualização ao longo do dia, no qual comenta a política nacional. Acusado de ficar na internet em lugar de administrar a cidade, transforma a publicação no Ex-Blog do Cesar Maia, boletim diárioÉ lançado pelo PFL pré-candidato a presidente da RepúblicaApós prolongada crise, o setor de saúde do município sofre intervenção do Ministério da Saúde2007 - DESVIOÉ criticado pelo alto preço pago por algumas obras dos Jogos Pan-americanos realizados na cidade, como o Estádio João Havelange. Para bancar sua parte no evento, retira recursos da conservação e outros investimentos. Evita divulgar agenda de rua, preferindo colocar vídeos de suas atividades no site You Tube2008 - FIMO Rio registra uma epidemia de dengue, com maior concentração na capital, com 106 mortes confirmadas até dezembro. É acusado de responsabilidade pela explosão da doençaÉ criticado pelo abandono de áreas da cidade, sobretudo centro e zona sul, nas quais a camelotagem reconquista espaços que perderaSua gestão é atacada por quase todos os candidatos na campanha pela prefeitura. Um dos alvos preferidos é a Cidade da Música, um complexo cultural que construiu na Barra da Tijuca, ao custo de R$ 518 milhõesProfundamente identificada com sua administração, sua candidata à prefeitura, Solange Amaral, fica em sexto lugar, com apenas 3,92% dos votos

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