Hélivio Romero/ Estadão
Hélivio Romero/ Estadão

Temer diz a revista que quer ser reconhecido como o 'sujeito que arrumou o País'

Em entrevista à Época, presidente em exercício afirma ser urgente 'arrumar' economia e estabilizar relação com Congresso

Ana Fernandes, O Estado de S.Paulo

13 de maio de 2016 | 18h12

Em sua primeira entrevista desde a posse, o presidente em exercício, Michel Temer, disse  que não vai "fazer milagres em dois anos" - já assumindo que Dilma não conseguirá retomar o mandato -, mas afirmou que quer ser reconhecido no futuro como o "sujeito que arrumou o País." O peemedebista disse ainda estar acostumado a trabalhar sob pressão e que vai trabalhar "de domingo a domingo", disse em entrevista à revista Época.

Nos trechos da entrevista publicados no site da revista, Temer reforçou que a ação mais urgente para o País é "arrumar" a economia e estabilizar as relações políticas do Planalto com o Congresso Nacional. "Fui presidente da Câmara por três vezes e sei bem o quanto é necessário ter diálogo com os parlamentares e manter o respeito pelas ideias diferentes."

O preseidente em exercício não detalha as medidas econômicas que pretende tomar. Cita apenas a "plena confiança na capacidade de Henrique Meirelles", o titular da Fazenda. Temer reforça também sua intenção de promover um novo pacto federativo, em que governadores e prefeitos não dependam da boa vontade do presidente da República, já que as verbas estão hoje muito concentradas na União. 

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