A reitora nem ficou sabendo

Na noite e madrugada de anteontem, tudo se moveu para não deixar repetir a experiência da invasão da reitoria da USP, em maio. Logo após a invasão, o diretor da Faculdade de Direito, João Grandino Rodas, avisou a reitora Suely Vilela, que lhe recomendou negociações para retirar os invasores. Grandino, que defendera sem êxito a intervenção da tropa de choque na reitoria, disse a ela que não negociaria - e que chamaria a tropa de choque. Assim fez. Às 21 horas o secretário Ronaldo Marzagão já tinha sobre sua mesa um ofício de Rodas pedindo a intervenção. Comunicou a situação ao governador José Serra e recebeu autorização para intervir. Antes das 22 horas a intervenção estava decidida, com a recomendação de que os estudantes da USP seriam liberados, mas os invasores estranhos seriam fichados.

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