A Reconstrução do Brasil: o caminho da reforma política

A Reconstrução do Brasil: o caminho da reforma política

'Estado' publica neste domingo reportagem especial da série dedicada à discussão dos principais desafios do País depois do impeachment de Dilma Rousseff

José Fucs, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2016 | 11h35

Com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o segundo desde a redemocratização, em meados dos anos 1980, e o predomínio da política do toma lá, dá cá em Brasília, parece evidente que a democracia brasileira está enferma. O atual sistema, marcado pela pulverização das forças políticas e pelo corporativismo, dificulta a governabilidade e a adoção de políticas públicas de qualidade. Diante dos sinais claros de que o modelo praticado hoje se esgotou, a reforma política ganhou um caráter de urgência semelhante ao que levou à implantação do Plano Real para debelar a hiperinflação, em meados dos anos 1990. Sem uma reforma política ampla, que torne o País governável, dificilmente será possível adotar as medidas necessárias para superar a atual crise econômica e reverter os seus perversos efeitos sociais.

Com o objetivo de contribuir para o debate sobre a reforma política, o Estado publica neste domingo, 25, uma reportagem especial sobre o tema, a segunda da série "A Reconstrução do Brasil", dedicada à discussão dos principais desafios do País depois do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na reportagem, o Estado traz a visão de políticos, economistas e acadêmicos sobre a questão e apresenta as principais propostas para transformar a forma de se fazer política no País. Ainda que a reforma em pauta no Congresso Nacional esteja longe da ideal, ela poderá representar uma contribuição relevante para reduzir a instabilidade política existente atualmente. 

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