'A ordem é não mudar o mínimo no Senado'

O Planalto vai jogar duro e exigir a aprovação no Senado do salário mínimo de R$ 545 sem a inclusão de "cacos" ou "emendas" no projeto aprovado pelos deputados. O governo não admite, em hipótese alguma, que o projeto volte a ser apreciado pelo plenário da Câmara, atrasando a entrada em vigor da nova política do piso.

AE, Agência Estado

19 de fevereiro de 2011 | 08h02

"Não queremos criar a imagem de que a Câmara paga o pato e depois a gente facilita no Senado", disse ontem ao jornal O Estado de S.Paulo o ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, responsável pela negociação com as centrais sindicais. Carvalho afirmou que o Planalto espera um estudo do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para apresentar, logo após a votação no Senado, um projeto de correção da tabela do Imposto de Renda em, no mínimo, 4,5%, mas esse porcentual pode ser maior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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