'A gente não tem que se inquietar', diz Dilma sobre pesquisa

Datafolha indicou queda de 5 pontos em relação aos demais candidatos à Presidência

Ana Paula Scinocca, de O Estado de S.Paulo,

23 de setembro de 2010 | 12h07

BRASÍLIA - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse há pouco, em Brasília, que a queda de 5 pontos porcentuais de sua posição em relação aos demais candidatos, segundo pesquisa Datafolha, divulgada na quarta-feira, 23, está dentro da margem de erro. "Faltam dez dias. Está muito perto. Vamos aguardar. A gente não tem que se inquietar", disse Dilma, na saída de encontro com representantes da Confederação Nacional de Saúde.

 

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Sobre os atos de apoio e crítica à imprensa, Dilma disse que não é contra nenhum tipo de manifestação como a ocorrido na quarta-feira, em Defesa da Democracia, em São Paulo e aquela previsto para hoje, também em São Paulo, contra a chamada "imprensa golpista", segundo seus organizadores (PT, centrais sindicais e partidos da base aliada).

 

"Nós temos que conviver com eles (atos). Não vou desautorizar nenhum", afirmou. Dilma disse que não vê a democracia do Brasil em risco e voltou a afirmar que política não pode ser feita com ódio. "Ódio é como droga. Você vicia. É fácil entrar e difícil sair", comparou.

 

Em rápida entrevista coletiva a petista comemorou o índice de 6,7% na taxa de desemprego no País, em agosto, segundo dados divulgados pelo IBGE. Segundo ela, o número indica que o Brasil está em situação de "praticamente pleno emprego".

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