300 empresários se reúnem na Fiesp para discutir crise política

O encontro, que é transmitido online para as federações da indústria dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Pará e Paraná, começou às 15h e tem como objetivo discutir o agravamento da crise política e econômica do País

André Ítalo Rocha e Lucas Hirata, O Estado de S. Paulo

17 de março de 2016 | 16h36

São Paulo - A reunião de emergência marcada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) para a tarde desta quinta-feira, 17, conta com a presença de cerca de 300 empresários de diferentes setores da economia. Além do próprio presidente da entidade, Paulo Skaf, estão entres os participantes do encontro: o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alencar Burti, o presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio Filho, o diretor da Fiesp José Ricardo Roriz Coelho, e outros representantes de associações empresariais.

A reunião foi convocada na quarta após o governo confirmar a indicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. A Fiesp já se posicionou formalmente a favor do impeachment da presidente Dilma Roussef e, ontem à noite, durante protestos, a entidade estampou na parte frontal de seu prédio, na capital paulista, a frase "Renúncia já".

O encontro, que é transmitido online para as federações da indústria dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Pará e Paraná, começou às 15h e tem como objetivo discutir o agravamento da crise política e econômica do País. Enquanto a reunião ocorre, centenas de manifestantes protestam contra o governo de Dilma Rousseff em frente à sede da Fiesp, na Av. Paulista.

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