André Dusek/Estadão
André Dusek/Estadão

Para Dilma, relação com Congresso deve contemplar estabilidade macroeconômica, política e social

Em entrevista a emissoras de rádio, presidente diz que divergências políticas são naturais e que só há concordância absoluta 'na calma dos cemitérios'

Gustavo Porto, O Estado de S. Paulo

04 de setembro de 2015 | 09h45

BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira, 4, que a relação do Executivo com o Congresso tem de contemplar a estabilidade macroeconômica, política e social e considerou natural as divergências políticas. "Podemos divergir, mas temos de dialogar sempre e procurar consenso, independentemente da diferença partidária, o que está acima de tudo é o Brasil", disse. "A relação entre o governo e o Congresso tem de estar centrada para o bem do Brasil, contemplar as estabilidade, macroeconômica, política e social do País.

Na entrevista à Campina FM e a às emissoras do Sistema Correio de Comunicação, Dilma avaliou ainda que só há concordância absoluta "na calma dos cemitérios" e que "fora da calma dos cemitérios o princípio que orienta é o da estabilidade do País".

A presidente comentou ainda que o governo está comprometido com obras no Nordeste para reduzir a desigualdade histórica, citou que a região tem um volume maior de obras para segurança hídrica do que São Paulo, que enfrenta uma seca histórica, "É óbvio que em algumas obras diminuímos o ritmo, mas mantivemos todas", completou.

Dilma segue para Campina Grande para a entrega, às 11h45, de unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida. Às 14h30, a presidente se reúne com empresários em João Pessoa e, às 16h50, ainda na capital paraibana, participa do programa Dialoga Brasil. 

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