Visita a Nova York deve ser usada para reuniões comerciais

O Itamaraty vai trabalhar para reforçar que o relacionamento entre Brasil e EUA na área econômica não será afetado. Uma das alternativas, que já vinha sendo pensada, é usar a visita de Dilma Rousseff a Nova York para a Assembleia-Geral ONU, na semana que vem, para reunir a presidente com empresários, mantendo aberto o canal com o governo.

Lisandra Paraguassu, O Estado de S.Paulo

18 de setembro de 2013 | 02h05

Os grupos de negociação entre os dois países continuam trabalhando, mesmo que em ritmo mais lento, para tentar demonstrar que não há abalo na relação bilateral. No entanto, temas mais sensíveis, como a licitação para a compra de caças para a Força Área Brasileira, podem ser afetados. A Boeing, com o seu F-18, é uma das finalistas e conta com a pressão das autoridades americanas.

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