Vender decisão, história antiga

A ideia de que, por trás do patrimônio incompatível com os rendimentos existam sentenças sendo negociadas traz à lembrança casos notórios na recente história do Judiciário. A começar pelo ministro Paulo Medina, afastado pelo STJ em 2007 e aposentado em 2010. Ou ainda o juiz federal João Carlos da Rocha Mattos, condenado em agosto passado a seis anos de prisão. A lista já incluía, em 2003, outro membro do STJ, Vicente Leal, que se aposentou antes da sentença, e - para citar só mais um nome - a presidente do TJ de Tocantins, Willamara Leila, em 2010. Neste caso, um dos detidos, o juiz Liberato Póvoa, chegou a determinar a censura ao Estado, para que não divulgasse o caso. Sua decisão foi derrubada.

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