Um militante em defesa da causa

Desde que assumiu, em março de 2008, a presidência do Conselho Nacional de Justiça, em lugar da ministra Ellen Gracie, Gilmar Mendes tem sido um decidido defensor do conselho. Chegou elogiando sua "atuação firme" ao atacar o nepotismo do Judiciário e ironizou os que nele viam "um tirânico tribunal de inquisição".

O Estado de S.Paulo

24 de dezembro de 2011 | 03h05

"O CNJ é motivo de orgulho", disse ele ao deixar o posto, dois anos depois. Entre as metas que perseguiu estavam o rigor no atendimento do teto salarial e a criação de critérios para a promoção dos juízes. Defendeu também diretrizes e critérios para a construção de novas sedes de órgãos do Judiciário.

No momento mais delicado do conselho em 2011 - quando a corregedora Eliana Calmon falou em "bandidos de toga", no final de setembro passado, - Mendes a apoiou lembrando que o CNJ "tem afastado magistrados envolvidos em desvio de conduta". Mas admitiu que a corregedora errou ao generalizar demais na frase.

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