Tom do debate começou baixo e mudou

O tom desse debate começou um pouco baixo, sem grande desempenho por parte de nenhum dos candidatos, talvez por causa do modelo (de perguntas entre os postulantes).

O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2012 | 03h01

No início houve dificuldade de confronto entre os principais candidatos, mas depois o cenário mudou. Celso Russomanno acabou no foco, primeiro por causa das questões relativas à ausência de um programa de governo mais consistente, segundo Fernando Haddad. Depois, voltou ao centro com a discussão sobre a proposta de ampliar o efetivo da guarda municipal. A polêmica foi esclarecedora e avançou no sentido de mostrar a viabilidade e as dificuldades da proposta.

Deu-se grande ênfase ao transporte, o que pode indicar que os candidatos o estão focando porque as pesquisas devem ter mostrado que essa é uma das questões que mais preocupam. O que não quer dizer que outras, como saúde e urbanismo, também não sejam importantes. Mesmo a educação, que entrou um pouco mais no debate, não teve um aprofundamento necessário.

Serra foi o candidato mais castigado por ataques, que partiram especialmente de Haddad e Chalita, deixando clara a tendência de disputar a segunda posição nas pesquisas.

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