TJ-SP adia julgamento da ação da família Teles contra o coronel Ustra

A Prefeitura de Porto Alegre e o Movimento de Justiça e Direitos Humanos assinaram convênio para identificar, com placas, locais que abrigaram centros de detenção e tortura no regime militar. A iniciativa faz parte do projeto Marcas da Memória, destinado a estimular o conhecimento sobre o período histórico.

O Estado de S.Paulo

23 Maio 2012 | 03h02

Em São Paulo, o Tribunal de Justiça adiou o julgamento do recurso do coronel da reserva Carlos Brilhante Ustra contra a sentença de primeira instância na qual foi reconhecido como responsável por torturas. Após ouvir uma longa exposição do advogado Fábio Konder Comparato, que defende a família Teles, autora da ação contra o coronel, o relator pediu mais tempo para examinar os sete volumes que compõe os autos do processo. A ação tramita desde 2005. / ELDER OGLIARI e ROLDÃO ARRUDA

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