Testemunha citou propina

O Estado mostrou em outubro do ano passado que em depoimento à Corregedoria-Geral da Administração (CGA), órgão ligado ao governo do Estado, uma testemunha disse que presenciou , em 2009, Fabrício Marcolino entregar um "maço de notas de R$ 100" a José Antonio Bruno, o Zé Bruno, no gabinete do ex-deputado estadual.

O Estado de S.Paulo

21 de janeiro de 2012 | 03h06

O maço de notas, segundo essa mesma testemunha, seria o pagamento por uma emenda no valor de R$ 100 mil, que o ex-deputado destinou à Sociedade Protetora da Criança e do Adolescente de Nhandeara.

Marcolino e Zé Bruno negaram a acusação.

O Estado mostrou também que Marcolino é sócio de uma construtora que arrebanhou, entre 2010 e 2011, ao menos R$ 1,1 milhão em verbas estaduais para obras em nove municípios paulista. Após as denúncias, o ex-vereador e suas empresas entraram na mira do MP.

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