'Sou contra a legalização da função de cafetão', diz Paes

Peemedebista diz que tem propostas concreta em contraposição à campanha 'oca' do candidato do PV

Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo

20 de outubro de 2008 | 18h19

O candidato do PMDB à prefeitura do Rio,  Eduardo Paes procurou destacar nesta segunda-feira, 20, as diferenças com o adversário Fernando Gabeira, do PV. Paes apresentou-se como um candidato de propostas concretas em contraposição à campanha "vazia, oca, despreparada, sem uma proposta sequer" de Gabeira. Segundo o Ibope, Gabeira tem 42% das intenções de voto e Paes está com 39%. Durante encontro com grupos de mulheres, Paes convocou as simpatizantes a "alertar a população".   Veja Também: Especial: Perfil dos candidatos do Rio Geografia do voto: confira desempenho dos partidos nas eleições ‘Eu prometo’ traz as promessas dos candidatos na campanha    "Campanha não é só festinha, jingles, um monte de gente na TV cantando musiquinha", discursou. Em entrevista, o candidato do PMDB confirmou que vai "chamar cada vez mais atenção da população, esta semana, para a realidade". Ele ironizou a presença de artistas como Caetano Veloso no programa do horário eleitoral gratuito de Gabeira. "É só oba-oba, musiquinha, jingle. Muito artista na televisão falando. Respeito todos, cantam muito bem. Mas infelizmente nós não vamos passar os próximos quatro anos ouvindo Caetano Veloso cantando Cidade Maravilhosa. Eu adoraria que isso resolvesse os problemas da cidade", provocou.     O candidato do PMDB disse que é contra projeto de Gabeira que legaliza a prostituição, mas disse que não pretende explorar o tema na campanha. "Sou contra legalização da prostituição, da função do cafetão. Não sou a favor de legalizar essa profissão. É opinião minha que não manifesto como contraponto político eleitoral", afirmou. O projeto está em tramitação na Câmara.

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