Sob gestão de Agnelo, crise persiste em Brasília

Brasília completa 52 anos sem ter o que comemorar: o governador Agnelo Queiroz (PT), apontado pela Polícia Federal como o "01 de Brasília" em diálogos do esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira, é alvo de inquérito criminal no Superior Tribunal de Justiça (STJ), tem pedido de prisão feito ao MP pelo deputado Fernando Francischini (PSDB-PR) e governa cercado de greves de servidores. Acuado pela crise, seu governo dá sinais de paralisia.

BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

22 de abril de 2012 | 03h01

Apesar do orçamento generoso de R$ 25 bilhões anuais, o governo está falido e, numa tentativa de enxugar as contas, Agnelo fechou o cofre para as categorias que foram bater à sua porta. As áreas mais atingidas são as de Educação e Segurança Pública. A Polícia Civil já fez três greves e a Polícia Militar passou meses numa operação tartaruga. Como resultado, os índices de criminalidade explodiram.

Na Educação, uma greve que já dura 40 dias ameaça o ano letivo. Os próximos que ameaçam cruzar os braços são os servidores do Metrô, do Detran, agentes penitenciários e agentes da Saúde. Desde que Agnelo assumiu, mais de 80% dos servidores públicos já fizeram greve. / V.M.

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