O Estado de S.Paulo

22 de agosto de 2012 | 03h05

Quem tem tempo de sobra em horário eleitoral pode até brincar de fazer telejornal para apresentar candidatos a vereador, como fez o PT. Mas e quem sequer tem a chance de anunciar seu nome e número, faz o quê? Um curso de fono com a doutora Havanir? É uma estratégia melhor que a de Carlos Gianazzi (PSOL), prefeiturável que falou por todos: desfilou seu discurso em áudio, enquanto os aspirantes a vereador pela legenda apareciam na frente do vídeo e, sistematicamente, cruzavam os braços para terem nome e número estampados na tela. Jogou seu tempo fora.

Houve quem garantisse o entretenimento que a TV tanto preza. Com marcantes pornochanchadas no currículo, o ator Paulo César Pereio propôs: "Vamos gozar nossas horas livres com cultura e lazer". Chico Lang convocou: "Se você é corintiano como eu, não seja Zé Mané". Já Ademir da Guia pediu votos em nome do Palestra Itália. Houve quem defendesse Assembleia de Deus, houve quem propagasse a Igreja Mundial do Poder de Deus e até a não religião. Há torcidas e credos para todos os gostos.

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