'Skaf vai arcar com as consequências de não apoiar Dilma', diz Luiz Marinho

Candidato do PMDB ao governo de São Paulo, Paulo Skaf declarou que o PT é tão adversário quanto o PSDB na disputa estadual

Pedro Venceslau , O Estado de S. Paulo

27 de julho de 2014 | 16h07

Coordenador da campanha à reeleição da presidente Dilma Roussff (PT) em São Paulo, o prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, disse neste domingo que o empresário Paulo Skaf, candidato do PMDB ao governo paulista, vai "arcar com as consequências" se não apoiar a candidatura da presidente Dilma Rousseff (PT) à reeleição. 

"Acho que é um erro o Skaf não colocar o nome dele junto com o da Dilma. Ele vai arcar com as consequências", afirmou o petista. A declaração foi feita durante a festa de posse da nova diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Durante uma atividade de campanha nesse sábado, em Franca, Skaf afirmou que "seria maluco" se apoiasse o PT. A afirmação foi feita no momento em que o PMDB nacional pressiona o diretório paulista da sigla a se engajar na campanha de Dilma. "Pedi uma reunião com o PMDB,  mas o Skaf está fugindo do assunto", revelou Marinho. 

Também presente ao evento dos sindicalistas em São Bernardo, o ex-ministro Alexandre Padilha, candidato do PT ao governo paulista, ironizou a frase de Paulo Skaf. "Eu sou louco pela Dilma e pelo Lula. Eu falei para o Marinho que comigo não precisa enquadrar. Desde o começo defendo o legado de Dilma". O petista afirmou, ainda, que já agendou atividades com Dilma em sua campanha. No dia 9 de agosto, ele e a presidente farão uma passeata em Osasco e na mesma semana devem ir juntos até a Baixada Santista.  

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