Alex Silva/Estadão
Alex Silva/Estadão

Skaf lista promessas não cumpridas por Geraldo Alckmin

Em horário eleitoral, candidato do PMDB volta a atacar PSDB e pede para eleitor uma chance como governador de São Paulo

O Estado de S. Paulo

08 de setembro de 2014 | 22h06

Após Alexandre Padilha, do PT, aumentar o tom das críticas contra Geraldo Alckmin (PSDB) e Paulo Skaf (PMDB) no horário eleitoral da manhã desta segunda-feira, 8, à tarde foi a vez do peemedebista subir o tom e atacar o líder nas pesquisas para o governo de São Paulo. Se de manhã o ex-presidente da Fiesp optou por apenas por exibir um encontro com eleitoras, no segundo momento sua campanha listou propagandas não compridas do atual governador e ainda sentenciou: "E tem muito mais promessas não compridas, mas não deu tempo de mostrar".

"Nessa campanha continua prometendo. Ele (Alckmin) teve dez anos e agora quer mais quatro. Até quando São Paulo? Me deem uma oportunidade, só uma. Sou um homem sério, para vocês verem que faremos em quatro anos muito mais que o atual governador fez em dez", disse Skaf.

Entre as promessas listadas na propaganda, estão asfaltar 5 mil quilômetros de estradas vicinais (promessa esquecida pelo Estado, segundo a campanha), ampliar o aeroporto Leite Lopes e construir o Hospital das Clínicas da Criança (ambos em Ribeirão Preto), erguer o hospital de Serrana (começará a funcionar apenas em 2015), erguer mil creches (apenas 24 foram entregues, diz a campanha), duplicar a Rodovia João Leme (SP 264), além de listar obras de Metrô, o túnel entre Santos e Guarujá e o VLT da baixada santista. 

"Está cada vez mais claro que São Paulo quer mudar, que cansou do PT e do PSDB. Eu não sou de baixar o nível, muito menos de inventar acusações. Mas está na hora do povo de SP conhecer um pouco mais o nosso governador", disse o peemedebista.

PT e PSDB. Enquanto o candidato do PMDB buscou uma nova propaganda para continuar crescendo nas pesquisas, Padilha e Alckmin optaram por repetir outros programas do horário eleitoral. O tucano colocou novamente a educação na pauta e atacou Skaf apenas na hora em que questionou porque o Sesi foi gratuito por 60 anos e passou a ser pago após Skaf assumir a instituição. Já Padilha apresentou novamente o tom que já havia mostrado nesta segunda-feira, aumentando os ataques contra seus principais adversários.

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