Sinduscon-SP pede que programas de habitação virem política de Estado

Em evento sobre o Minha Casa Minha Vida, presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo pede compromisso de candidatos com política de habitação

Circe Bonatelli, O Estado de S. Paulo

13 de outubro de 2014 | 10h39

São Paulo - Há duas semanas para o segundo turno das eleições para a Presidência da República, o Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) cobra representantes dos candidatos Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) a transformação dos programas habitacionais em política permanente de Estado.

"Tornar os programas em política de Estado é um anseio dos empresários do setor de construção", afirmou o presidente do Sinduscon-SP, José Romeu Ferraz Neto, em seminário sobre o Minha Casa, Minha Vida realizado pelo sindicato, com a presença de Inês Magalhães, secretária nacional da Habitação e do secretário paulista da pasta, Marcos Penido, além de dezenas de empresários do setor.

O objetivo do sindicato é que o Minha Casa, Minha Vida ofereça maior previsibilidade para os empresários, garantindo a sustentabilidade dos investimentos no longo prazo. Ferraz pediu também redução da burocracia e aumento dos incentivos para se elevar a produtividade do setor. "A iniciativa privada pode e deve contribuir para o desenvolvimento nacional, mas é dever do Estado criar condições para isso", disse Ferraz. "A vontade de investir é imensa e basta ter a sinalização dos próximos governos de que o programa habitacional vai continuar", completou. 

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