Sindicalista relata oferta de propina dentro do ministério

A edição deste fim de semana da IstoÉ também traz denúncia de corrupção no Ministério do Trabalho. Na reportagem, o presidente do Sindicato de Trabalhadores em Bares e Restaurantes da Baixada Santista, Litoral Sul e Vale do Ribeira (Sindrest), João Carlos Cortez, acusa assessores diretos do ministro e o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, de cobrarem propina para a regularização da entidade durante reunião dentro de um gabinete do ministério.

O Estado de S.Paulo

13 de novembro de 2011 | 03h06

Segundo a IstoÉ, a reunião aconteceu no fim de julho de 2007 na sala da Secretaria de Relações do Trabalho - que, no organograma do ministério, integra o gabinete de Lupi -, então chefiada por Luiz Antônio de Medeiros. Cortez relatou que Luciano Martins Lourenço, presidente do PDT de Santos, prometeu regularizar a situação do sindicato desde que ele repassasse à conta bancária da Força Sindical um total de 60% de toda a arrecadação sindical que seria obtida pelo Sindrest nos três anos seguintes. Em nota, a Força Sindical disse que a matéria é "fantasiosa" e "revela uma tentativa de criminalizar o movimento sindical". O Estado não conseguiu, ontem, contato com os outros citados.

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