Sigla negocia apoios sem contar com tempo de TV

O PSD começa a discutir alianças para a primeira eleição da qual participará sem o principal "ativo" nesse tipo de negociação: tempo de propaganda n TV.

O Estado de S.Paulo

25 de dezembro de 2011 | 03h05

Apesar de ter arrebanhado a terceira maior bancada na Câmara dos Deputados, o partido terá o mesmo tratamento de partidos nanicos na distribuição do tempo de televisão. Isso porque dois terços do espaço de propaganda são divididos com base nas bancadas eleitas no pleito anterior, Em 2010, o PSD sequer existia.

Kassab e seus aliados recorreram à Justiça para contestar essa regra, mas as chances de vitória são escassas, já que a lei é clara e foi redigida dessa forma justamente para evitar que partidos ampliassem seu cacife eleitoral ao cooptar parlamentares de outras legendas. Nas cidades em que o PSD apoiar algum candidato, nada agregará ao tempo da coligação. Nos locais onde encabeçará a chapa, terá direito apenas à parcela (um terço do total) dividida entre os candidatos.

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