Serra monta equipe e reconvoca Reis Lobo para área de finanças

Edson Aparecido na coordenação e Fábio Portela na assessoria de imprensa serão outros colaboradores do tucano

BRUNO BOGHOSSIAN, ESTADÃO.COM.BR, O Estado de S.Paulo

20 de abril de 2012 | 03h04

O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, deu os últimos passos para definir a equipe de sua campanha, com preferência para antigos colaboradores. A coordenação financeira ficará a cargo de José Henrique Reis Lobo, que foi seu secretário de Relações Institucionais no governo do Estado, e trabalhou nas candidaturas do tucano em 2006 e 2010.

Na elaboração do programa de governo, o ex-governador pretende contar com Arnaldo Madeira, líder do governo Fernando Henrique Cardoso na Câmara, e Hubert Alquéres, que trabalhou com Serra, Mario Covas e Geraldo Alckmin.

Já estavam definidos os nomes para a coordenação de campanha. O time será comandado por Edson Aparecido, atual secretário estadual de Desenvolvimento Metropolitano, que pretende deixar o cargo em junho. O vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD), aliado do prefeito Gilberto Kassab, será um dos responsáveis pela articulação política.

Advogado de longa data do PSDB, com atuação nas últimas campanhas de Serra, Ricardo Penteado será o responsável pelo núcleo jurídico.

Para coordenação de imprensa, o tucano decidiu escalar um novo nome: Fábio Portela, que deixará o comando da editoria Brasil da revista Veja para se dedicar à campanha.

Ele trabalhará com o marqueteiro Luiz González - velho conhecido de Serra. González é responsável pela estratégia de comunicação, incluindo a propaganda eleitoral de rádio e TV.

Para comandar as ações na internet, está cotado o jornalista Leão Serva, que foi chefe da assessoria de comunicação de Serra e de Gilberto Kassab na Prefeitura até 2009.

Campanha no centro. Serra começou a apresentar suas propostas aos eleitores no chamado centro expandido - região onde o PSDB é tradicionalmente mais forte do que seus adversários.

"Não tem como chegarmos agora à periferia da cidade. Isso só vai ser possível com o início da propaganda eleitoral na TV", admite um aliado.

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