Marcelo Sayão/EFE
Marcelo Sayão/EFE

Segurança na casa de Bolsonaro é reforçada

Casa do presidenciável, no Rio, recebeu equipamentos de uso militar, como uma rede de camuflagem usada em matas instalada na área externa da residência, onde o candidato do PSL concede entrevistas e recebe apoiadores

Felipe Frazão, O Estado de S.Paulo

25 de outubro de 2018 | 05h00

BRASÍLIA - A campanha de Jair Bolsonaro (PSL) reforçou a segurança na casa do presidenciável com equipamentos de uso militar, como uma rede de camuflagem usada em matas instalada na área externa da residência, onde o candidato a presidente concede entrevistas e recebe apoiadores. Um policial militar que faz a segurança no imóvel do candidato disse que a tela, que simula folhagem verde e marrom, serve para reduzir o campo visual do que se passa na área do imóvel. 

O quintal do presidenciável é fechado por uma cerca-viva, formada por árvores, e não tem muros. Os fundos dão para uma rua interna do condomínio de alto padrão na Praia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio. Em encontros e entrevistas, Bolsonaro tem sido orientado a permanecer atrás da camuflagem, sem circular pela área descoberta da casa, um terreno onde estaria mais exposto.

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que a campanha recebeu informes de inteligência que recomendavam reforçar a segurança na reta final da campanha, mas não detalhou ameaças. A escolta passou de 25 para 30 agentes da Polícia Federal. Durante a campanha, Bolsonaro chegou a usar colete à prova de balas, mas não vestia quando levou a facada em Minas. 

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