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Segunda etapa da sabatina ocorrerá após as eleições

Para se tornar ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, que já foi indicado pela presidente Dilma Rousseff, precisa ainda ser confirmado pelo Senado. Para isso, passará por mais uma etapa da sabatina na Comissão de Constituição e Justiça, que ocorrerá depois das eleições. A primeira rodada de perguntas ocorreu na terça-feira, mas teve que ser interrompida para que os parlamentares participassem da votação do Código Florestal.

O Estado de S.Paulo

30 de setembro de 2012 | 03h03

As perguntas giraram em torno, basicamente, da possível participação do ministro no julgamento do mensalão - hipótese que fez a oposição ao governo federal dizer que só referendaria o nome de Teori Zavascki caso ele não participasse deste julgamento. Durante os cerca de 20 minutos que falou, o sabatinado disse que julgar ou não a ação penal 470 era uma decisão da Corte, e não dele.

Mas, bastante técnico, afirmou que não pediria vista do processo, decisão que poderia protelar o desfecho do julgamento. Também afirmou que seu voto só poderia prejudicar os réus, já que num possível embate em cinco a cinco, prevaleceria o critério de presunção de inocência. / D.B.

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