Se for convocado, Cavendish 'não vai ficar calado'

O empresário Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, não pretende pedir habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal, nem ficar calado caso venha a ser convocado a prestar depoimento à CPI do Cachoeira. A afirmação é de seu novo advogado, Técio Lins e Silva, que passou a representá-lo no início da semana. Ele substitui José Luis Oliveira Lima, que permanecerá como advogado da J&F - holding que está comprando a Delta. "Onde quer que seja chamado, ele comparecerá para prestar a sua obrigação de cidadão, colaborando com as autoridades ou com quem quiser ou com quem estiver investigando em qualquer área ou instância", disse o advogado. "É o desejo dele."

ALFREDO JUNQUEIRA / RIO, O Estado de S.Paulo

30 de maio de 2012 | 03h05

Lins e Silva disse que, por enquanto, está apenas dando assistência jurídica a Cavendish, que "não é alvo de nenhum processo penal e não responde a nenhum inquérito policial, nem é indiciado na CPI". Sobre ele, pessoa física, não há acusação. "Portanto, não precisa de advogado criminal. Mas darei assistência para ajudá-lo a esclarecer tudo."

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