Sabatina Estado: Soninha nega que doação a constranja

A candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, disse hoje que não se sente constrangida de seu partido receber doações de empresas nesta campanha e que não se sente obrigada a favorecer algum doador por conta disso. "Muito provavelmente (um dos doadores) do PPS é uma empreiteira, assim como dos outros partidos. Eu não me constranjo por isso. Essa relação de doação-governo é bobagem. Não me sinto obrigada a favorecer uma empresa (por causa disso)", disse.Durante sabatina no Grupo Estado, Soninha afirmou que tentou uma vaga na Câmara dos Deputados, nas eleições de 2006, e foi muito cobrada por isso, porque foi eleita para ser vereadora por quatro anos. Ao falar sobre a área da saúde, a candidata defendeu uma ação de emergência e citou a deficiência na área da saúde mental. E brincou: "São Paulo é uma cidade de loucos, deprimidos e com síndrome do pânico, e podem me incluir nisso."

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