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Russomanno tem 29% das intenções de votos e Covas, 20%, diz pesquisa

Guilherme Boulos, com 9%, e Márcio França, com 8%, estão empatados tecnicamente na terceira posição, segundo o levantamento do Datafolha

João Paulo Nucci, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2020 | 09h39

O deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) lidera a corrida pela Prefeitura de São Paulo, com 29% das intenções de voto, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 24. O atual prefeito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), é o segundo, com 20%. Guilherme Boulos  (PSOL), com 9%, e Marcio França  (PSB), com 8%, estão empatados tecnicamente na terceira posição.

Quatro candidatos têm 2% das intenções de voto cada: Jilmar Tatto (PT), Arthur do Val (Patriota), Andrea Matarazzo (PSD) e Vera Lucia (PSTU). Joice Hasselmann  (PSL), Levy Fidelix (PRTB), Marina Helou (Rede), Orlando Silva (PCdoB) e Filipe Sabará (Novo) aparecem com 1%. A candidatura de Sabará, porém, foi suspensa provisoriamente pelo Novo nessa quarta-feira, 23.

Os dados se referem à pesquisa estimulada, na qual uma lista com os nomes dos candidatos é apresentada aos participantes do levantamento. Na pesquisa espontânea, Covas tem 8% e Russomanno e Boulos têm 5% cada.

A pesquisa foi feita de forma presencial, com 1.092 eleitores, entre os dias 21 e 22. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo sob o número 06594/2020.

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Ibope

A primeira pesquisa Ibope feita após a confirmação da lista de candidatos à Prefeitura divulgada no domingo, 20, pelo Estadão mostra Russomanno na liderança, com 24% das intenções de voto, seguido por Covas, com 18%. Em terceiro lugar, empatados tecnicamente, aparecem Boulos, com 8%, e Marcio França (PSB), com 6%.

Como a margem de erro máxima da pesquisa é de três pontos porcentuais, o Ibope considerou que Russomanno e Covas estão empatados no limite da margem – é como se o líder, no pior dos cenários, estivesse com 21%, e o segundo colocado, na melhor das hipóteses, também chegasse a 21%. É extremamente improvável que esse empate de fato exista, porém. Existe uma margem de erro diferente para cada porcentagem das intenções de voto – como tanto Russomanno como Covas tiveram pontuações relativamente baixas, a variação máxima de suas taxas para mais ou para menos é inferior a três pontos. 

 

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