Ricardo Nunes propõe convênios com creches em SP

Verador eleito pelo PMDB encerrou série de entrevistas com novos nomes da Câmara de São Paulo

Agência Estado

26 de outubro de 2012 | 19h01

Em entrevista à TV Estadão, nesta sexta-feira, 26, o vereador eleito pelo PMDB, Ricardo Nunes, afirmou que uma de suas principais preocupações é a falta de vagas nas creches. "É impossível acabar com os convênios, a solução é ampliar", comentou. Ricardo Nunes encerrou a série de entrevistas com os novos nomes da Câmara de São Paulo em 2013.

Na reta final da campanha, os candidatos a prefeito também discutiram o assunto. José Serra (PSDB) atacou o petista, acusando-o de defender o fim dos contratos com os convênios. Por outro lado, o programa de Fernando Haddad (PT) prevê o aumento de vagas através de parcerias com entidades comunitárias conveniadas.

Outro projeto do vereador é facilitar a autorização de alvarás aos comércios, desvinculando do processo de "Habite-se". Nunes ainda citou que o número de alvarás condicionados aprovados foram insuficientes para o tamanho da capital paulista.

O vereador criticou o processo de fiscalização de obras e desapropriações, enumerando como um grandes problemas da cidade. "A grande função do vereador é fiscalizar. São Paulo possui orçamento suficiente para isso, são R$ 42 bilhões", justificou.

Embora apoie a descentralização em São Paulo, Nunes considerou que ainda não há condições da população eleger os subprefeitos. "Se as pessoas votarem em alguém que não tem alinhamento com o prefeito, vai ser um choque", explicou. Em sua opinião, o subprefeito precisa ser alguém proveniente da região e que tenha aval das entidades.

Entrevistados. A série da TV Estadão entrevistou alguns dos novos vereadores com maior número de votos de cada partido. O mais votado, Roberto Tripoli (PV), recusou o convite. Ricardo Young, mais votado pelo PPS, também foi convidado, mas não participou por estar fora de São Paulo. Foram entrevistados Andrea Matarazzo (PSDB), Conte Lopes (PTB), Nabil Bonduki (PT), Ari Friedenbach (PPS), Mario Covas Neto (PSDB), Ota (PSB) e Toninho Vespoli (PSOL).

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