Respostas prontas sobre a renúncia e privatizações

A cartilha passada oralmente aos visitadores da campanha de José Serra (PSDB) tem uma lista de "antídotos" contra questionamentos que os eleitores costumam fazer à candidatura do tucano - em especial críticas ao episódio da renúncia ao cargo de prefeito, em 2006, para disputar o governo de São Paulo.

O Estado de S.Paulo

26 de agosto de 2012 | 03h05

"O Serra só saiu da Prefeitura porque precisava continuar o trabalho do Geraldo Alckmin no governo", disse a visitadora Maria Tânia de Oliveira a um eleitor que se declarou simpático ao PT. "Desta vez, ele fica. Eu garanto."

A equipe da campanha de Serra atribui boa parte de seu índice de rejeição de 38% àquela renúncia. No trabalho de casa em casa, os visitadores tentam convencer os eleitores de que o tucano não abandonou a cidade e de que ele ficará na Prefeitura por quatro anos, se for eleito.

Os militantes também defendem Serra das reclamações sobre o prefeito Gilberto Kassab (PSD), que assumiu o cargo quando o tucano renunciou. Na sexta-feira, uma visitadora disse a um eleitor que Serra "pode voltar para melhorar o que está errado".

O script do PSDB também aborda temas como as privatizações do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Se for confrontado com o assunto, o visitador deve lembrar que a telefonia móvel só avançou graças a esse processo. / B.B.

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