O presidente do Instituto Muito Especial, Marcus Robertson Scarpa, não quis dar entrevista ao Estado e não respondeu aos apontamentos enviados por e-mail. Em nota, informou que todos os seus projetos foram executados com "excelência", atingindo as metas propostas. "Todos os que finalizaram a análise foram aprovados e, em sua maioria, obtiveram nota 10, como pode ser facilmente atestado pelo próprio Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT)", sustentou.

08 de julho de 2012 | 03h07

O Muito Especial argumentou ainda que não há prestações de contas pendentes em seu nome. "Ressalte-se que o instituto sofreu diversas fiscalizações in loco, e todos os questionamentos vêm sendo respondidos, não existindo nenhuma pendência com o ministério".

O Ministério de Ciência e Tecnologia não se pronunciou sobre nenhum dos itens solicitados. Questionado, não quis dar detalhes da situação da entidade junto à pasta.

O Estado telefonou ainda para a casa do advogado José de Almeida Ferreira Filho, deixando recado com familiares. Da

mesma forma, ele não respondeu às ligações. / F. F. e A. J.

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