Reichmann defende AMAs 24 horas por dia para aliviar hospitais

Já Geraldo Alckmin diz que vai recuperar o atendimento primário e equipá-lo com 'tecnologia mais moderna'

da Redação,

31 Julho 2008 | 23h52

O candidato Renato Reichmann (PMN) disse, em debate na noite desta quinta-feira, 31, que a saúde é política de Estado, e não de governo, para não ter que "recomeçar tudo" quando sai um governo e entra outro. Ele defende as Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) 24 horas por dias para aliviar hospitais. Para Reichmann, os hospitais devem ficar com o atendimento mais pesado, e as AMAS devem atender de madrugada.   Veja também:   Fórum: Na sua opinião, quem se saiu melhor no debate? Kassab provoca Marta e desafia: 'Quem criou mais taxas'? 'Educação na gestão Alckmin foi pior que a do Piauí', diz Maluf Marta prega 'união' com Serra e Kassab se diz parceiro de Lula Kassab fala sobre 'fichas-sujas' e se defende de acusações Sem citar Marta, Kassab diz que 'faz corredor como se deve' Contra poluição de carros, Maluf quer 'freeway' nas marginais Conheça os candidatos nas principais capitais  Calendário eleitoral das eleições deste ano  Especial tira dúvidas do eleitor   Veja as regras para as eleições municipais   "Na periferia, tem que chamar vizinho pra levar, quando tem AMA e Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima", disse. Ele propõe que veículos para ir de escola em escola fazendo exames e cita o filme Tropa de Elite: "Aquele menino não enxerga porque vai mal na escola. Medicina 24 horas por dia alivia o sistema", defende.   Geraldo Alckmin diz que vai recuperar o atendimento primário. "Vamos equiparar com tecnologia mais moderna. Passamos para o PT uma jóia que era a Qualis, menina dos olhos do Covas (ex-governador tucano Mário Covas), que era esse programa. Hospitais de referência, retrato de desigualdade a cidade. Tem regiões que não tem leitos hospitalares", afirmou.   Reichmann concorda que é preciso equipamento de boa qualidade, mas ressalta que é preciso ter médicos, terapeutas. "Contratar gente imediatamente", disse.

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