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Reeleito, Câmara pede empenho à militância para eleger Fernando Haddad

Com a recondução do governador, PSB vai completar 16 anos à frente do Estado

Kleber Nunes, O Estado de S.Paulo

08 Outubro 2018 | 00h35

Em seu primeiro discurso como governador reeleito de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) resumiu o resultado da eleição local a agradecimentos e promessas de retomar o crescimento do emprego no Estado, e conclamou a militância e os eleitores a trabalharem em prol do segundo turno presidencial. Câmara disse que “estava a disposição para a construção do Brasil”.

“O País precisa ser discutido porque tem muita coisa para consertar. Vamos ajudar (Fernando) Haddad a fazer o Brasil ser feliz de novo. A resistência começa em Pernambuco”, declarou.

Eleita vice-governadora, a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, disse que “é preciso construir uma frente anti-fascista” em torno de Haddad. A estratégia, segundo ela, para reverter o placar de 46,09% de Jair Bolsonaro (PSL) contra 29,19% do petista será vincular o deputado à imagem do presidente Michel Temer (MDB).

“Ele se apresenta como um candidato da anti-política, mas viveu a vida toda como deputado, e um deputado oportunista. Bolsonaro votou a favor de todas as medidas de Temer”, disse.

Câmara foi eleito com 50,70% dos votos contra 35,99% de Armando Monteiro (PTB). Com a vitória, o PSB deve completar 16 anos de governo ininterruptos.

“Temos a honra de continuar o legado de Eduardo Campos e é o que vamos continuar fazendo nos próximos quatro anos”, disse Câmara.

O governador acompanhou a apuração dos votos em um hotel na zona sul do Recife acompanhado dos senadores eleitos Jarbas Vasconcelos (MDB) e Humberto Costa (PT), do filho mais velho do ex-governador Eduardo Campos, João Campos, que foi eleito o deputado federal mais votado do Estado, e sua mãe Renata Campos.

 

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