Questão federativa para reforma tributária, diz Campos

Candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, criticou a dificuldade do governo em executar um projeto de reforma tributária

Nivaldo Souza, Daiene Cardoso e Beatriz Bulla, Agência Estado

30 de julho de 2014 | 12h21

O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, criticou a dificuldade do governo em executar um projeto de reforma tributária e se comprometeu a enviar uma proposta ao Congresso caso eleito em outubro, após recordar que os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (FHC) e Luiz Inácio Lula da Silva não conseguiram aprovar uma reforma em suas gestões "por questões federativas". "Eu serei o presidente que vai enviar a reforma na primeira semana de governo ao Congresso Nacional", disse.

Campos discursa para uma plateia de empresários, em sabatina realizada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). No evento, ele também disse que será "o primeiro presidente" a não aumentar a carga tributária e que a sua reforma entraria em vigor"em alguns aspectos" imediatamente.

O candidato também se comprometeu a fazer uma reforma no IVA para promover uma integração entre as regiões ricas e pobres do País.

Campos é o primeiro ouvido na rodada de sabatinas providas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) realiza nesta quarta-feira. Os empresários falarão ainda com a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, e com o candidato Aécio Neves (PSDB), no evento chamado de Diálogo da Indústria com Candidatos à Presidência. (Colaboraram Ricardo Della Coletta, Erich Decat , Ricardo Brito e Bernardo Caram)

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