'Quem quer ser campeão não escolhe adversário', diz Marta

Petista volta a afirmar que está mais madura e pede votos daqueles que não a escolheram na eleição de 2004

Andréia Sadi, do estadao.com.br

30 de setembro de 2008 | 20h01

A candidata do PT à Prefeitura de São Paulo,  Marta Suplicy, evitou escolher entre os candidatos Geraldo Alckmin, do PSDB, ou Gilberto Kassab, do DEM, para enfrentar num eventual segundo turno. "Eu não vou escolher, quem quer ser campeão não escolhe adversário, e eu quero ser campeã", disse em entrevista à rádio Eldorado nesta terça-feira, 30.   Veja também: Blog: Leia os principais pontos do debate na Rede Record  Galeria de fotos dos candidatos no debate  Ibope: Confira os números da pesquisa  Análise: Marqueteiro aponta polarização na reta final da disputa em São Paulo  Enquete: Quem ganha com a briga dos dois?  Perfil dos candidatos de SP  Contra Marta, PSDB decide fechar apoio a Gilberto Kassab no segundo turno   Disse ainda acreditar existir uma "pequena brecha" para eliminar a eleição no primeiro turno, mas garantiu trabalhar com a existência de uma segunda fase.   Segundo ela, esta é a primeira vez que todas as centrais sindicais manifestam apoio à sua candidatura.  "Não pode fazer boca-de-urna, mas vai estar todo mundo para a rua. E petista veste a camiseta", alfinetou.   Marta voltou a afirmar que está mais madura para gerenciar a cidade e pediu votos daqueles que não a escolheram em 2004. "Estou animada, você que não votou em mim me dê essa chance agora. Tenho uma maturidade, preparo maior, vontade grande de acertar, e sei exatamente o que tenho que fazer".   A prefeita reforçou durante a entrevista um de seus projetos principais, a ampliação da rede CEU. A idéia é de que o CEU seja aberto, não interessa o prédio bonito, o conceito é de que a comunidade usufrua", explicou.   A petista voltou a alfinetar a gestão do prefeito Kassab: "Não querendo fazer piada, mas a grande obra do Kassab é o caos no trânsito. Eu deixei a cidade organizada, não entendo porque (ele) deixou a cidade chegar nesse ponto".

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