Quatro perguntas para Carlos Lupi, ex-ministro do Trabalho e presidente do PDT

1. Como fica o ministério?

O Estado de S.Paulo

21 de março de 2013 | 02h12

Nosso papel é ajudar o Manoel Dias a fazer uma boa gestão. A equipe é da competência dele.

2. O sr. fez algum pleito?

Nunca. Ele só me perguntou sobre o Paulo Pinto, que foi secretário executivo meu e ministro interino. Ele ouviu e disse que gostaria de tê-lo na equipe.

3. Como o sr. vê as críticas sobre a volta de "faxinados"?

Já fiz muita faxina em casa e faço até hoje. Esse negócio é um acúmulo de incompreensões. Tenho 35 anos de vida pública. Nunca fui processado.

4. O sr. conversou com Dilma sobre a pasta?  Estive com a presidente na véspera do carnaval. Ela colocou que não estava satisfeita com a relação que o ministro (Brizola Neto) fazia com o partido. Eu disse: "Presidente, a decisão é sua. Não vim me queixar nem pedir nada". Ela me trata com distinção. Poucos ministros, mesmo saindo do ministério, estiveram tanto com ela em 2012 quanto eu.

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