Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

PSD opta por neutralidade no segundo turno e libera filiados

Após apoiar Alckmin no primeiro turno, partido reafirma compromisso com 'interesses do País e da democracia'

Luiz Raatz, O Estado de S.Paulo

10 Outubro 2018 | 18h21

O Partido Social Democrático (PSD), do ministro de Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab, optou pela neutralidade no segundo turno das eleições presidenciais. Após consultas internas, a legenda, considerando os diferentes cenários locais, optou por liberar seus filiados para declarar apoio individualmente. No primeiro turno, o partido apoiou o tucano Geraldo Alckmin

"O PSD reafirma ainda seu compromisso, como um partido de centro, de continuar defendendo os interesses do País e da democracia, bem como de seus Princípios e Valores, seja no Poder Executivo, nos Estados ou nos municípios em que atua, seja nos diversos níveis do Poder Legislativo nos quais tem representantes eleitos", diz em nota o presidente do partido, Alfredo Cotait Neto. 

O PSD elegeu 34 deputados federais, quatro senadores, 58 deputados estaduais, o governador do Paraná, Ratinho Junior, vitorioso no primeiro turno no domingo. Dois governadores disputam o segundo turno: Gelson Merisio, em Santa Catarina, que apoiou Bolsonaro já no primeiro turno, e Belivaldo Chagas, em Sergipe, que também apoiou Haddad na votação de domingo.

Assim como PSD, a maioria dos partidos de centro optou pela neutralidade no segundo turno. É o caso de DEM, PPS, Novo, PSDB, Solidariedade, PR e Podemos. O PTB apoiará Jair Bolsonaro, do PSL. O PSB, o PDT e o PSOL fecharam com Fernando Haddad, do PT. 

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