PSB aumenta pressão sobre governador

A queda da popularidade da presidente Dilma Rousseff após os protestos de junho empolgou parte do PSB, que quer convencer o governador Eduardo Campos (PE) a assumir a candidatura presidencial antes de 2014.

DAIENE CARDOSO , JOÃO DOMINGOS / BRASÍLIA, O Estado de S.Paulo

18 de agosto de 2013 | 02h13

O PSB paulista prega a saída do governo federal até o final de setembro. Dirigentes do Rio Grande do Sul acham que o partido deve iniciar 2014 já com o "time" oficialmente em campo. O PSB de Brasília já se considera em campanha. "Não temos uma data para que o Eduardo se declare candidato. Mas temos a certeza de que ele disputará a Presidência. Por isso, já estamos em campanha", afirmou o presidente do partido no DF, senador Rodrigo Rollemberg.

Neste mês, o diretório de São Paulo aprovou um manifesto no qual solicita que todos os filiados ocupantes de cargos no governo federal deixem seus postos até final de setembro. Para o presidente da sigla no Estado, deputado federal Márcio França, esse é o momento de assumir o que nos bastidores já existe. O manifesto ainda recomenda que outros diretórios promovam a mesma consulta junto aos seus militantes. Líderes do partido afirmam que Santa Catarina, Paraná, Minas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul têm "o mesmo sentimento".

No âmbito nacional, o partido pondera que é preciso viabilizar os palanques estaduais (definir os candidatos ao Legislativo e as alianças locais). "Não adianta nos apressar porque 2014 só vamos tratar em 2014", avisou o vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral.

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