Professora não acha positivo Estado regular a internet

Até que ponto, ao regular a internet, o Estado está invadindo os direitos da cidadania? A pergunta foi o tema de painel de ontem no encontro da SIP, em Puebla. Quem tratou do assunto foram a especialista mexicana Clara Luz Álvarez e o jornalista Michael Greenspoon, do The New York Times. "Antes, as pessoas recorriam a um jornal para se informar, mas nestes tempos digitais o cidadão tornou-se também fornecedor de conteúdo", disse a professora.

O Estado de S.Paulo

11 de março de 2013 | 02h09

Clara lembrou que Equador e Venezuela já têm em suas constituições artigos sobre o direito de todos à banda larga e que o México começa a discutir o tema. Ela vê essas iniciativas com desconfiança e não acha positivo o Estado se meter em banda larga alegando defesa de direitos humanos.

Greenspoon falou sobre o enorme crescimento do público que lê notícias em meios digitais e disse que as consequências dessa migração representam um desafio que precisa ser debatido. / G.M.

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