Procurador-geral de Justiça afirma que programa é auditado

Em entrevista ao Estado, o procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, negou a possibilidade de espionagem no Ministério Público Estadual. "Não tem nada disso. Já produzimos uma nota explicativa da área de tecnologia da informação que mostra que o programa é auditado e usado em diversos órgãos", defendeu-se. Segundo Torres, o "que se tenta fazer é denúncia com objetivos escusos. O programa é uma coisa certa". Ainda conforme o procurador-geral, o programa já existia quando assumiu o posto, em 2011. Sobre a investigação de improbidade a que responde, Torres afirma que resulta numa análise jurídica de competência. "Não vou entrar no mérito. O que quero é que tenha a investigação." Ele afirma que não existe nada oculto no MP goiano e que todas as decisões da área de informática foram tornadas públicas. / A.R.

O Estado de S.Paulo

04 Junho 2012 | 03h06

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