Presidente do TRE-RJ descarta uso de tropas no segundo turno

Segundo Alberto Moraes, a votação no primeiro turno da eleição foi a mais 'calma' dos últimos 20 anos

Agência Brasil

20 de outubro de 2008 | 15h57

O presidente em exercício do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro, desembargador Alberto Motta Moraes, descartou nesta segunda-feira, 20, o uso de tropas federais no estado no segundo turno das eleições municipais, no dia 26 de outubro. Segundo ele, a votação no primeiro turno foi a mais "calma" dos últimos 20 anos.  Veja Também:Geografia do voto: Desempenho dos partidos nas cidades brasileiras Confira o resultado eleitoral nas capitais do País  "As expectativas eram preocupantes, mas não tivemos nenhum problema. Houve incidentes que ocorreram no dia das eleições, mas que não tiveram relação com o pleito", afirmou, ao avaliar que a presença das Forças Armadas foi "fator preponderante" para o resultado. Moraes lembrou que no segundo turno não haverá disputas entre candidatos a vereador, o que aumenta a expectativa de que o clima seja de tranqüilidade durante a votação para o cargo de prefeito. "Não vemos necessidade (de convocação de tropas federais para o segundo turno). Sabidamente, o grande componente de influência e confusão são as eleições proporcionais, com o grande número de vereadores. Na eleição majoritária, a situação é mais calma e não há necessidade dessa preocupação." O presidente em exercício acrescentou que, no entanto, há preocupação com o segundo turno no município de Campos, no norte do estado. Mas, segundo ele, a situação "está sob controle". Alberto Motta Moraes participa de reunião em Brasília entre presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de 15 estados em que haverá segundo turno e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Ayres Britto. O objetivo do encontro é fazer um balanço do primeiro turno das eleições municipais e discutir os preparativos para o segundo.

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