Presidente da Câmara defende acúmulo no holerite

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), defendeu o acúmulo de vencimentos por servidores, mesmo quando a soma exceder o teto constitucional, de R$ 26.723,13. Tal posição reforça a proposta de emenda constitucional aprovada por comissão especial anteontem, acabando, na prática, com o teto do funcionalismo.

O Estado de S.Paulo

22 Junho 2012 | 03h07

O projeto permite a soma de aposentadoria, salários e benefícios, mesmo que ultrapasse o teto nacional. O texto retira ainda os limites do salário de servidores estaduais e municipais, que poderão ganhar mais que governadores e prefeitos. "Um funcionário público que se aposentou pelo teto e foi recontratado precisa receber, se não, estaria trabalhando por caridade", diz Maia. Para os servidores dos Estados e dos municípios, Maia defende um limite fixado pelas assembleias e câmaras municipais/ DENISE MADUEÑO

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